Vida extraterrestre será a pior notícia da história
Aliens, ETs, extraterrestres, alienígenas, e toda e qualquer tipo de forma de vida encontrada em outros planetas podem carregar a pior notícia da história da humanidade.
Até onde sabemos apenas a terra possui seres vivos, e vida inteligente. Mas o universo e a galáxia é grande demais pra não existir uma civilização alienígena avançada.
O que aconteceria se fosse realmente encontrada vida extraterrestre?
Cientistas do mundo todo se dedicam, há anos, à resolução de um dos enigmas mais profundos e apaixonantes para a humanidade: afinal, existe vida extraterrestre? E no caso da resposta ser afirmativa, como encontrá-la?
Claro que, imersos nessa busca e no debate paralelo sobre a existência ou não de vida tal como a conhecemos fora de nosso planeta, poucos se propuseram a pensar mais além: o que aconteceria se, finalmente, a encontrássemos?
Como o mundo seria afetado com essa descoberta? Essas são as perguntas levantadas pelo estudo do exobiólogo Steven Dick.
Para ele, a possibilidade de encontrar vida microbiótica significaria uma grande mudança para a ciência, especialmente, a biologia, que deveria ser universalizada.
“Temos apenas uma biologia na Terra. Tudo está relacionado. Tudo está baseado no DNA. Se encontrarmos um exemplo isolado em Marte ou no satélite Europa, teremos a oportunidade de criar uma biologia universal”.
Dick buscou exemplos históricos de como a humanidade reagiu à chegada de uma raça estranha, usando como analogia o modo com que se comportaram civilizações distintas ao se encontrarem, desde os espanhóis e os aborígenes americanos até a chegada do pensamento grego ao mundo árabe.
Ele também convidou outros acadêmicos a apresentar suas teorias em um simpósio de exobiologia, chamado “Preparação para a Descoberta”.
Lá, foi discutido como transcender os pontos de vistas humanos sobre a vida e a necessidade de abordar os problemas filosóficos e teológicos que essa descoberta traria.
Isso leva ao que Dick chama de “Astroética”, que implica, por exemplo, pensar a condição moral dos organismos não humanos de maneira análoga ao modo que pensamos nossa relação com os animais da Terra.