Museus compartilham seus objetos mais assustadores no desafio online

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A pandemia de coronavírus fez com que os museus de todo o mundo fechassem temporariamente suas portas. Como forma de entreter o público nesse período, curadores de diversas instituições tiveram a ideia de criar uma “competição” online. O desafio é que cada um poste a imagem do artefato mais assustador de seus acervos.

A iniciativa partiu do Yorkshire Museum, do Reino Unido. O perfil oficial da instituição postou no Twitter a foto de um coque feito com cabelos de uma mulher que viveu no Império Romano entre os séculos III e IV d.C. As madeixas ainda estão intactas, presas por palitos.

Em resposta, o Deutsches Historischse Museum, de Berlim, tuitou a imagem de uma autêntica máscara usada durante pandemias de peste bubônica entre 1650 e 1750.

Esses equipamentos de proteção rudimentares tinham formato de bico de pássaro e continham diversos itens aromáticos em seu interior.

Essas máscaras foram concebidas para proteger os médicos da época do ar fétido, considerado erroneamente como a causa da infecção.

Outros objetos estranhos compartilhados durante a competição incluem uma “sereia” empalhada, um coração de ovelha espetado com agulhas e pregos e um manequim de cera do século XIX com o nariz derretido.

Um dos itens mais assustadores foi postado pela franquia Believe it or Not (responsável pelo programa Acredite se Quiser, popular no Brasil na década de 1980).

Em um dos museus do grupo está exposta a cabeça mumificada e cortada ao meio de Peter Kurten, o “Vampiro de Düsseldorf”. O assassino em série matou e abusou de adultos e crianças na Alemanha na década de 1920.

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